Orquestra Jovem do Estado se apresenta na Sala São Paulo com repertório que mistura gerações

Concerto reúne obras de Rodrigo Lima, Ginastera e Shostakovich no segundo encontro da temporada 2026
A Orquestra Jovem do Estado de São Paulo volta ao palco da Sala São Paulo neste domingo (12), às 16h, para mais um concerto da temporada 2026. A apresentação reúne um repertório que atravessa diferentes momentos da música erudita, com composições de Rodrigo Lima, Alberto Ginastera e Dmitri Shostakovich.
Mais do que a escolha dos compositores, o programa chama atenção pelo diálogo entre diferentes contextos culturais. De um lado, a presença de um nome brasileiro contemporâneo. Do outro, obras que fazem parte do repertório clássico internacional.
Essa combinação ajuda a reforçar a proposta da orquestra, que vai além da performance e se conecta diretamente com a formação de novos músicos.

Formação musical e acesso à cultura caminham juntos
A OJESP integra a Escola de Música do Estado de São Paulo e funciona como um espaço de desenvolvimento para jovens instrumentistas. Ao longo do ano, os músicos participam de apresentações que ajudam a consolidar essa formação na prática.
Ao mesmo tempo, os concertos também ampliam o acesso do público à música de concerto, ocupando um dos espaços mais tradicionais da cidade.
A temporada de 2026 conta com o apoio da Generali Brasil, que participa do projeto por meio de incentivo cultural e apoio à formação gratuita dos alunos. A iniciativa reforça um movimento importante dentro da área: aproximar educação e cultura de forma mais acessível.
Segundo Tatiana Franzoe, diretora jurídica e de sustentabilidade da empresa, a cultura tem papel central nesse processo.
“A cultura desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de uma sociedade, pois amplia o olhar crítico, estimula o respeito à diversidade e fortalece os laços entre diferentes gerações”, afirma.
Temporada segue ao longo do ano
O concerto deste domingo é o segundo da temporada 2026, que prevê novas apresentações ao longo do ano. A programação inclui obras de diferentes períodos e estilos, mantendo a proposta de diversidade no repertório.
Ao apostar nessa variedade, a orquestra consegue dialogar tanto com quem já acompanha a música clássica quanto com novos públicos.
No fim, a apresentação na Sala São Paulo reforça esse equilíbrio entre formação, acesso e experiência, mostrando como projetos desse tipo continuam sendo essenciais para manter a música erudita em circulação e em transformação.
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