Os 10 momentos mais marcantes dos shows do intervalo do Super Bowl

Os 10 momentos mais marcantes dos shows do intervalo do Super Bowl

Quando a música roubou a cena e transformou o intervalo do jogo em espetáculo global

O Super Bowl sempre foi mais do que a final da NFL, mas foi no intervalo que o evento ganhou uma segunda identidade. Ao longo das décadas, o shows do intervalo do Super Bowl deixou de ser apenas um entretenimento entre tempos para se tornar um dos palcos mais importantes da música pop mundial, capaz de parar o planeta por poucos minutos. Hoje (08), o Super Bowl LX acontece na Califórnia com Bad Bunny liderando o show do intervalo.

O que acontece ali não é só performance: são declarações culturais, retornos históricos, polêmicas, encontros improváveis e apresentações que ajudaram a redefinir carreiras. Em muitos anos, o intervalo foi tão comentado quanto o próprio jogo, às vezes, até mais.

Quando o Super Bowl virou palco pop

Um dos pontos de virada aconteceu em 1993, quando Michael Jackson assumiu o intervalo e mudou para sempre a forma como o espetáculo era encarado. Até então, o show tinha um perfil mais protocolar. Mas, com MJ, o Super Bowl entendeu o poder de transformar aquele espaço em evento midiático global. A partir dali, o intervalo deixou de ser pausa e virou atração principal.

Nos anos seguintes, o palco passou a reunir lendas e ícones em momentos que entraram para a história. Prince, sob uma chuva intensa em 2007, entregou uma das performances mais lembradas de todos os tempos ao cantar Purple Rain literalmente sob chuva roxa, um daqueles momentos em que música, clima e imagem se alinham de forma irrepetível.

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Polêmica, discurso e cultura

Nem só de celebração vivem os shows do intervalo do Super Bowl. Em 2004, Janet Jackson e Justin Timberlake protagonizaram o episódio que ficou conhecido como “wardrobe malfunction”, gerando debates sobre censura, moralidade e gênero que ecoaram muito além do futebol. Além disso, o impacto foi tão grande que mudou a forma. Como o evento passou a ser transmitido nos anos seguintes.

Décadas depois, o intervalo também se tornou espaço de afirmação cultural. Beyoncé, em 2016, levou referências ao movimento negro e ao Black Panthers para o palco, transformando sua apresentação em um manifesto político em rede nacional. Já Shakira e Jennifer Lopez, em 2020, celebraram a cultura latina com uma performance que misturou dança, identidade e orgulho.

Encontros que viraram história

Alguns momentos se tornaram inesquecíveis pelo poder da reunião. Em 2022, o Super Bowl reuniu Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige, Kendrick Lamar e 50 Cent em um show que celebrou o hip-hop como força central da cultura pop, algo impensável décadas antes. Mas isso, é mais do que nostalgia, a apresentação marcou o reconhecimento institucional de um gênero que sempre esteve à margem.

Também houve retornos aguardados, como Rihanna em 2023, que transformou o palco em um espetáculo minimalista, apostando mais na imagem e na presença do que em participações especiais, e ainda anunciou sua gravidez ao vivo, dominando as conversas nas redes.

Quando o intervalo supera o jogo

Em muitos anos, o show do intervalo se tornou o principal assunto da noite, ultrapassando touchdowns e resultados. Assim, Performances como as de Madonna, Lady Gaga e Katy Perry mostraram como o Super Bowl funciona como vitrine máxima da indústria musical, onde cada gesto, figurino ou escolha estética é pensado para entrar na história.

Hoje, assistir ao Super Bowl sem esperar pelo intervalo parece impossível. O show se consolidou como um evento à parte, capaz de dialogar com diferentes gerações, estilos e culturas, mantendo o futebol americano no centro de um espetáculo que já não pertence apenas ao esporte.

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